Designa a experiência emocional e comportamental que sucede a morte de uma pessoa querida, sendo considerada uma resposta normal, esperada e culturalmente aceita ao estresseReação do organismo a pressões e desafios. Em excesso e por muito tempo, aumenta risco de doenças físicas e mentais.
Saiba mais. da perda. Segundo a American Psychiatric Association (2022)Referência bibliográfica AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders: DSM-5-TR. 5th ed. text rev. Washington, DC: American Psychiatric Association Publishing, 2022.
Saiba mais., esse processo é marcado fundamentalmente por sentimentos de vazio e saudade que ocorrem em “ondas” (picos de sofrimento), as quais tendem a ser disparadas por lembranças ou pensamentos sobre o falecido. Diferente de um transtorno depressivo, no luto a autoestima costuma ser preservada e o sofrimento pode ser acompanhado por momentos de humorEstado emocional predominante. Alterações prolongadas podem indicar transtornos como depressão ou transtorno bipolar.
Saiba mais. ou emoções positivas.
Quando a reação à perda é excessivamente intensa, duradoura e prejudica gravemente o funcionamento do indivíduo, pode-se configurar o Transtorno de Luto Prolongado. Conforme detalhado pela American Psychiatric Association, este diagnóstico exige que a morte tenha ocorrido há pelo menos 12 meses em adultos (ou 6 meses em crianças) e que o indivíduo apresente sintomas como descrença sobre o óbito, amortecimento emocional ou dificuldade extrema em retomar atividades sociais. O reconhecimento clínico dessa condição é essencial para diferenciar a dor natural da perda de uma patologia que requer intervenção especializada para a reorganização da vida do enlutado.